A cultura do elogio

29 05 2009

É comum reclamarmos de um serviço quando não gostamos dele, seja entre nossos amigos, na internet ou diretamente para a empresa. Mas quando se trata de elogio isso não parece ser tão comum. Isso é o que se propõem o ElogieAki. A  notíica foi publicado na edição da Cliente SA e reproduzido aqui.

Boa Leitura !!!
Carlos Carreiro / Jefferson Settin

Site ElogieAki permite aos clientes registrarem a satisfação com as empresas
Pesquisas indicam que o consumidor satisfeito faz divulgação, boca a boca, para três pessoas. No mundo virtual, essa propaganda ganha proporções imensuráveis, se considerarmos apenas o número de internautas residenciais no Brasil, que chegou a 25,5 milhões em março. Para expor isso foi criado o site ElogieAki, no qual o consumidor poderá registrar a satisfação. Os elogios cadastrados irão gerar ranking automático das melhores empresas e profissionais, inclusive por ramo de atividade.
Para as empresas, será um termômetro positivo, que vai motivá-las a aperfeiçoar serviços e produtos. “O objetivo do site é criar a cultura do elogio e disseminar as boas práticas”, afirma Gildo Henrique, sócio-diretor da AG4 Global Services, detentora da marca e do site ElogieAki. “Quem investe constantemente em melhorias e consegue atender e superar às expectativas do consumidor, cada vez mais exigente e conhecedor dos direitos, tem que ser reconhecido. Desenvolvemos um espaço para este reconhecimento”, complementa Ana Fontes, sócia-diretora.
O site é totalmente automatizado, exceto por filtros de palavras de baixo calão, e a navegação é simples e ágil. Antes de postar o elogio, o consumidor deve preencher o cadastro, com nome, sobrenome, CPF, endereço, entre outras informações. Não serão aceitas declarações anônimas ou registradas com apelidos. Igualmente, não serão publicadas aquelas de caráter político e ideológico e que não sejam baseadas em relações de consumo. O ElogieAki consumiu investimentos da ordem de R$ 100 mil.




Dica: Matérias sobre “Marca”

29 05 2009

O que conta é a marca
Texto publicado na HSM OnLine,

Estudo de caso mostra que a imagem da marca é o fator mais significativo para induzir a recompra de um carro.

Mesmo antes de a crise financeira global mostrar suas garras e fragilizar alguns setores de atividade mais do outros, particularmente o setor automobilístico, este já vinha sofrendo com a concorrência ferrenha. Com os consumidores tendo cada vez mais acesso a notícias como a de que carros de US$ 2,5 mil foram lançados na Índia, o que pode lhes criar expectativas difíceis de atender, as montadoras disputam cada espaço do mercado e cada cliente com voracidade…

Acesse o link com a matéria completa, na HSM Online.


A força da marca
Publicado em 27/05/2009 no site da Cliente SA

O portal ClienteSA publica, a partir de hoje (27/05), na seção Especial uma série de matérias especiais sobre gestão de marcas. Diretores de grandes empresas irão falar sobre as estratégias que utilizam para fixar a marca na cabeça dos clientes. Um exemplo claro da importância da gestão competente da marca são os números das pesquisas da Brand Finance. Estudos indicam que, globalmente, 66% do valor de mercado das empresas se devem aos ativos intangíveis e, em média, as marcas representam mais de 65% deste total.

Por isso, o esforço das organizações na escolha e gestão do que pode ser um de seus principais patrimônios – a marca. “Quando bem construída, é o maior valor que um negócio pode criar, mais do que qualquer patrimônio físico. Uma marca forte é o cartão de entrada para a globalização, governança corporativa, abertura de capital e sustentabilidade”, reforça Lincoln Seragini, membro da Academia Brasileira de Marketing e professor do curso de MBA de marketing da FEA/USP.
 
O desafio da construção da marca passa pelo processo de transformar ativos essencialmente funcionais em ativos de relacionamento, fornecendo a base para uma ligação psicológica entre a marca e o cliente. Gilson Nunes, sócio da Brand Finance e mestre em economia pela FGV de São Paulo, reforça a capacidade de enriquecer um produto, serviço ou empresa com uma significação emocional que excede seu valor funcional – esta é uma fonte substancial de criação de valor.




Livro Pesquisa de Marketing – Malhotra

27 05 2009

O Fábio Crossetti, nosso colega, acabou de enviar para o e-mail do grupo o link abaixo, onde podemos ler o livro “Pesquisa de Marketing”, do Malhotra, ainda que parcialmente (pelo o que vi, até que está bem completo, mas confesso que não tive tempo de avaliar todo o conteúdo! Portanto, quem quiser comentar e nos dizer algo sobre a leitura, fique à vontade!)

Valeu pela contribuição, Fábio!!!

Pesquisa de Marketing – Malhotra

Abraços,
Jefferson Settin





Aulas de 22 e 23/05

26 05 2009

Amigos,

Conforme prometido, segue resumo das aulas do último final de semana. Hoje o agradecimento especial vai para a Bia, que teve a bondade de organizar os resumos. ;-)

Aula de 22/05 – Fechamento Módulo I

Teoria X → Y 

X representam a variável que leva ao(s) resultado(s) que é (são) Y.

No texto trabalhado em aula o X seria o Padre Aldo, casamenteiro, e os Y’s são o aumento de fiéis nas missas, de doações para a Igreja, de casamentos realizados, etc.

Y ainda pode sofrer a influência dos chamados ‘fatores secundários’, nesse caso: a filosofia da Igreja Anglicana que permite casamento de divorciados, a localização da Igreja ou ainda a Renda dos fiéis.

Lembro que as apresentações feitas em aula já foram disponibilizadas neste blog. Clique aqui para acessar o post.

Aula de 23/05 – Abertura Módulo II (Pesquisa de Marketing) 

Conceitos Principais

Estratégia: Achar um caminho valioso!

 Criação de valor (Potter): A empresa não entrega valor ao consumidor, ela propõe um valor que é construído junto com o cliente.

 Demarketing: o MKT que pretende diminuir a demanda de determinado produto ou serviço.

 MKT Contraintuitivo: utiliza-se dos resultados da pesquisa conclusiva para a tomada de decisão.

 Extrapolar dados: levar os dados obtidos como verdade para todo o público.

 Tipos de Tabulação de dados de Pesquisa

Pesquisa Quantitativa: aquela que trabalha com números e percentuais. Mesmo que se utilize de respostas mais abstratas(bom, ruim, melhor) se depois essas respostas forem transformada em número ela é quantitativa.

Pesquisa Qualitativa: aquela que leva em consideração a resposta conceitual do cliente, normalmente feita com um número menor de consumidores para direcionar, avaliar ou aprofundar os resultados da quanti.

Tipos de Amostras

Amostra aleatória: quando todos têm a mesma chance de responder, não existe qualquer critério de seleção. È a amostra mais confiável para extrapolação de dados. Ex: através de sorteios.

Amostra por acessibilidade: quando são pesquisados aqueles que se dispõe a responder, os que facilitam o acesso do pesquisador.

Para comprovar esses resultados é aconselhada a aplicação do ‘Teste de viés de não respondência’, para confrontar os resultados dos que se dispuseram a responder com aqueles que não responderam na primeira tentativa. Pode-se realizar esse confrontamento de dados em mais de uma oportunidade, através de nova tentativa com os não respondentes.

Amostra por conveniência: os pesquisados são os ‘alvos’ mais fáceis, por estarem mais próximos, por exemplo.

Pesquisa de Marketing

Pesquisa de Marketing

Tipos de Pesquisa

Os tipo de pesquisa, apesar de independentes, seguem uma certa lógica. A base, normalmente será a pesquisa Exploratória. Após isso, pode-se optar pela Descritiva ou Experimental. Também sendo o ideal fazer a Exploratória, Descritiva e após a Experimental.

Pesquisa Exploratória: Seu principal objetivo é identificar todas as variáveis envolvidas e a relação entre elas. Tem como etapas:

  •  levantamento de dados secundários (não têm o mesmo objetivo da pesquisa, mas podem ser usados como base; são gratuitos e algumas vezes podem estar desatualizados);
  • Observação;

Pesquisa Qualitativa (Entrevista com profundidade, Grupo de foco e técnicas projetivas.

Pesquisa Descritiva: Seu foco é revelar e estudar o aspecto mais importante da pesquisa. Através do levantamento de dados secundários, primários e da observação.

Pesquisa Experimental: Deve manipular uma variável e estudar seu reflexo no comportamento do público estudado. Assim, determinando a causa e efeito da ação. Seu método é através de experimentos de laboratórios ou de campo.

Plano de Pesquisa

  1. Formular o problema de pesquisa(X e Y)
  2. Planejamento da pesquisa(tipo de pesquisa a ser utilizado, público, forma)
  3. Execução(coleta de dados)
  4. Análise dos dados
  5. Comunicação dos Dados(relatório)

Em breve atualizaremos o post de hoje com os videos, sites e livros indicados em aula! (Faltou tempo!)  ;-)

Dúvidas, críticas, sugestões ou ainda acréscimos e correções de conteúdo, por favor manifestem-se!

Abraços,

Jefferson Settin
(apenas editando o resumo feito por Bia Sirena, nossa ilustre colega caxiense!)








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