Dica: Matérias sobre “Marca”

29 05 2009

O que conta é a marca
Texto publicado na HSM OnLine,

Estudo de caso mostra que a imagem da marca é o fator mais significativo para induzir a recompra de um carro.

Mesmo antes de a crise financeira global mostrar suas garras e fragilizar alguns setores de atividade mais do outros, particularmente o setor automobilístico, este já vinha sofrendo com a concorrência ferrenha. Com os consumidores tendo cada vez mais acesso a notícias como a de que carros de US$ 2,5 mil foram lançados na Índia, o que pode lhes criar expectativas difíceis de atender, as montadoras disputam cada espaço do mercado e cada cliente com voracidade…

Acesse o link com a matéria completa, na HSM Online.


A força da marca
Publicado em 27/05/2009 no site da Cliente SA

O portal ClienteSA publica, a partir de hoje (27/05), na seção Especial uma série de matérias especiais sobre gestão de marcas. Diretores de grandes empresas irão falar sobre as estratégias que utilizam para fixar a marca na cabeça dos clientes. Um exemplo claro da importância da gestão competente da marca são os números das pesquisas da Brand Finance. Estudos indicam que, globalmente, 66% do valor de mercado das empresas se devem aos ativos intangíveis e, em média, as marcas representam mais de 65% deste total.

Por isso, o esforço das organizações na escolha e gestão do que pode ser um de seus principais patrimônios – a marca. “Quando bem construída, é o maior valor que um negócio pode criar, mais do que qualquer patrimônio físico. Uma marca forte é o cartão de entrada para a globalização, governança corporativa, abertura de capital e sustentabilidade”, reforça Lincoln Seragini, membro da Academia Brasileira de Marketing e professor do curso de MBA de marketing da FEA/USP.
 
O desafio da construção da marca passa pelo processo de transformar ativos essencialmente funcionais em ativos de relacionamento, fornecendo a base para uma ligação psicológica entre a marca e o cliente. Gilson Nunes, sócio da Brand Finance e mestre em economia pela FGV de São Paulo, reforça a capacidade de enriquecer um produto, serviço ou empresa com uma significação emocional que excede seu valor funcional – esta é uma fonte substancial de criação de valor.







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