Palestra “A revolução dos campeões”, com Roberto Shinyashiki

2 06 2009

Ontem fui com nosso amigo Cabral na palestra “A revolução dos campeões”, de Roberto Shinyashiki. (Cabral, valeu pela cortesia!!!!)

Devo dizer que, como comentei com o Cabral, esperava mais dessa palestra. Talvez por já ter visto uma palestra dele há uns 5 anos atrás, talvez pelo nome que o cara tem no mercado… O fato é que de uma maneira geral não gostei. Pode ser que minha expectativa estivesse muito alta, confesso. De qualquer forma, anotei duas mensagens interessantes que captei do evento:

“Pratique durante 10.000 horas alguma coisa e você ficará bom naquilo!”

“Uma vida de verdade tem SONHOS e LEMBRANÇAS. Dinheiro e sucesso é MUITO POUCO para almejarmos… devemos almejar fazer parte da HISTÓRIA!”

Nessa última frase, ele citou uma entrevista que o Datena fez com o Daniel. Nessa entrevista, o Daniel disse que ficou nervoso ao pensar em cantar com o Caetano Veloso. O Datena então comentou que quem deveria ter ficado nervoso era o Caetano, pois o Daniel tinha muito mais discos vendidos, platéias muito mais lotadas, enfim, muito mais SUCESSO que o Caetano. Então, o Daniel comentou que sabia disso, mas que qualquer livro de história do Brasil que você abrisse lá estava o Caetano, como peça importante da história. E concluiu dizendo que o que ele queria de verdade era fazer parte da história em algum momento… olhar pra trás e perceber que fez a diferença, de verdade, no mundo. E que sucesso vem e vai, mas a história permanece.

Uma boa mensagem. Todos nós podemos fazer a diferença na vida, na história. O restante (sucesso e dinheiro, por exemplo) é apenas uma consequência.

Cabral, se quiseres complementar com algo, fique à vontade!

Ah, quem quiser ler mais sobre a palestra, basta acessar o blog do Shinyashiki.

Abraços e boa semana a todos!

Jefferson Settin


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Uma resposta

3 06 2009
Fabiana Batista

Muito legal a Mensagem Jeff, obrigada por compartilhar sua experiência desta palestra com a gente!

Eu também fui à uma palestra do Shinyashiki ano passado na Bienal em Sampa e para mim, em particular, também deixou a desejar… mas é claro, sempre aprendemos algo!

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